a paz do barulho calado

e depois de meses com sufocos e agonias previstas e nunca desejadas, volta-se o assassino ao seu campo de crime. é indescritível tentar fazer alguém (até eu mesmo!) crer em tudo da forma tosca como se deu. mas deu-se. ele foi libertado e eu fiquei aprisionado, tentando desentender os nós já desatados e marcar um lugar como campo neutro onde a força de algo desconhecido pudesse atravancar esse empuxo ao precipício. é duro não saber como dizer. talvez eu nem mesmo saiba o porquê de ter existido tudo. mas sei como foi. e também como poderia ter acontecido tudo.

29 jan 2009

Uma resposta para “a paz do barulho calado”

  1. …e ninguém mesmo poderia saber o fim para o qual tudo se encaminha…

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