a paz do barulho calado
e depois de meses com sufocos e agonias previstas e nunca desejadas, volta-se o assassino ao seu campo de crime. é indescritível tentar fazer alguém (até eu mesmo!) crer em tudo da forma tosca como se deu. mas deu-se. ele foi libertado e eu fiquei aprisionado, tentando desentender os nós já desatados e marcar um lugar como campo neutro onde a força de algo desconhecido pudesse atravancar esse empuxo ao precipício. é duro não saber como dizer. talvez eu nem mesmo saiba o porquê de ter existido tudo. mas sei como foi. e também como poderia ter acontecido tudo.
29 jan 2009
02/03/2009 às 9:26 AM
…e ninguém mesmo poderia saber o fim para o qual tudo se encaminha…