catedral gótica

e assim o tempo muda, revoluteiam nuvens carregadas de chuva e os pássaros mudam os rumos, crentes na descrença do tempo. no hoje,  choro de velas e de bocas acesas fazem o infinito parecer cordial. mas a grande verdade dos fatos são os atos! descubro-me encoberto ainda, sonho que acordo no anoitecer e termino dormindo quando o sol já se fez cruel, apagando as marcas de meus pés nas poças que nem vi se formarem, poças da chuva que nem ouvi nem sentir cair, pois que eu já dormia. você não veio mas sua marca ainda ficou nas pedras empoçadas da rua que carregam as pegadas de meus pés e mãos à tua procura, bem sabendo onde estarias nesse celeiro fodido, imundo da bosta que deixam pelos nossos caminhos esses cavalos ariscos.

07 fev 2009

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